

Onze de maio. Dia Nacional do Reggae. A data é uma homenagem ao cantor e compositor Bob Marley, que morreu em 11 de maio de 1981, aos 36 anos, em um hospital em Miami, Estados Unidos.
Marley é considerado um dos maiores representantes do estilo musical que surgiu na Jamaica, no final da década de 1960. Com a proposta de, por meio da música, falar de temas como o preconceito e desigualdade. Um estilo desenvolvido a partir de dois outros, o scar e o rock steady, uma mistura de gêneros, uma combinação harmoniosa e expressiva de sons e ritmos que, na década de 70, ganhou as asas luminosas da arte, despontando para o mundo.
Mas se Bob Marley é considerado expoente do estilo no mundo, alertam alguns pesquisadores, não pode ser considerado o único. Aqui no Brasil foi no estado do Maranhão que o ritmo ecoou com mais força. Músicos foram influenciados pelo novo estilo, por um de seus aspectos mais característicos: a arte de expressar a cultura e a força de um povo por meio de sua musicalidade.
Mas que tipo de música é essa? Com batidas ritmadas, firmes, e suaves ao mesmo tempo? Capaz de alegrar o corpo e o pensamento? Muitos fizeram essa pergunta. O dicionário diz que a palavra grega, musikós, musical, significa o vínculo do espírito humano com qualquer forma de inspiração artística.
O reggae é uma dessas formas. É um ritmo e um conceito que falam ao corpo e ao coração.
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A data é comemorada hoje, porque, no Brasil, o telégrafo foi inaugurado em 11 de maio de 1852. Com o objetivo de modernizar o país, facilitar a comunicação entre o Palácio Imperial e o Quartel do Campo, no Rio de Janeiro, as primeiras linhas telegráficas instaladas no Brasil eram inteiramente relacionadas às necessidades políticas.
Com o fortalecimento da necessidade de integração política, o sistema telegráfico foi ampliado, passando a constituir uma pequena rede, incluindo o quartel-general, o morro do Castelo, o quartel de permanentes e os arsenais de Guerra e da Marinha.
Mais tarde, dada a importância desses serviços, surgiram os Telégrafos Elétricos. Assim, o Telégrafo, foi adaptado e aprimorado por diferentes outros pesquisadores, alcançando uma maior difusão por volta de fins do século XIX, pela ação de Cândido Mariano da Silva Rondon, considerado patrono das comunicações no Brasil.
