

O Dia Mundial do Refugiado é celebrado anualmente em 20 de junho.
Esta data visa homenagear a coragem e a força das milhões de pessoas que são obrigadas a fugir de suas casas e se refugiar em outras localidades para evitar perseguições, calamidades naturais ou guerras.
O principal objetivo também é discutir com a sociedade e os governos a ideia da solidariedade, respeito e responsabilidade que as nações devem ter com os povos refugiados.
Os refugiados são pessoas que sofrem perseguições e são forçadas a fugir de seus países, seja por causa de sua etnia, naturalidade, religião, opinião política, grupo social e etc.
O Dia do Refugiado foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2000, através da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). De acordo com a mesma instituição, os países que mais tem refugiados no mundo são Síria, com 4,9 milhões de refugiados; Afeganistão, com 2,7 milhões e Somália, com 1,1 milhão.
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Para ser um bom profissional, o revendedor deve ter qualidades como simpatia, falar bem, noções de contabilidade e conhecimento sobre o produto que está oferecendo ao cliente.
No Brasil, a profissão foi regularizada pela lei Lei nº 4.886/65 que seria modificada em 1992. Aqui, os revendedores são muito populares, especialmente entre as mulheres, que vendem produtos de cosméticos e assim podem gerar uma renda extra. Contudo, produtos de informática, telefonia e mesmo roupas podem ser comercializados de maneira independente.
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O Dia do Vigilante é comemorado anualmente em 20 de junho.
Esta data é uma homenagem a todos os profissionais que se dedicam a proteger e vigiar propriedades públicas e privadas, com o intuito de evitar vandalização e garantir a segurança do ambiente.
No Brasil, os profissionais vigilantes estão amparados e são representados através da Confederação Nacional de Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV).
O Dia do Vigilante foi criado na mesma data em que foi sancionada a Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, que regulariza esta profissão no Brasil.
Historicamente, a profissão de vigilante como é conhecida atualmente teria surgido em meados do século XIX nos Estados Unidos. No entanto, as empresas responsáveis por treinar e oferecer esse tipo de serviço só apareceram no Brasil na década de 1960, com o crescimento das instituições financeiras no país.
Atualmente, para desempenhar a função de vigilante no Brasil, o profissional deve possuir um curso de formação e a Carteira Nacional de Vigilante.
As empresas de vigilância também devem ser registradas no Ministério da Justiça, através da Polícia Federal, que é a responsável por fiscalizar as academias de formação dos vigilantes.
