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03.05.2022

03.05.2022

O Dia Nacional do Pau-Brasil é comemorado anualmente em 3 de Maio.

A data homenageia a árvore que deu origem ao nome do país: o Pau-Brasil. O objetivo é organizar ações de reflorestamento e conscientização em escolas e nas comunidades sobre a importância desta espécie para a história do Brasil, criando o senso de proteção para evitar a exploração ilegal do pau-brasil.

A árvore símbolo do Brasil também possui outros nomes, como: ibirapitanga, pau-vermelho, pau-de-pernambuco, arabutã, ibirapuitã, muirapiranga, orabutã, pau-rosado e pau-de-tinta.

O pau-brasil existia em abundância na Mata Atlântica, no entanto, com a intensa exploração dos portugueses e demais colonizadores do Brasil, a árvore começou a ficar cada vez mais escassa. A madeira era utilizada para produção de móveis na Europa, devido a sua alta qualidade.

O pau-brasil é a única árvore no Brasil protegida por uma lei exclusiva, que considera a exploração e exportação da madeira ilegal.

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O Dia Internacional da Liberdade de Imprensa é comemorado no dia 03 de maio. A data celebra o direito de todos os profissionais da mídia de investigar e publicar informações de forma livre.

Informação é poder, e por isso a tentativa de controlar os meios de comunicação sempre existiu e se chama censura. A Censura é o contrário da Liberdade de Imprensa, e é comum nos regimes ditatoriais não democráticos. Mas a luta pela liberdade de imprensa é constante, porque mesmo nos regimes democráticos a censura pode aparecer, de variadas maneiras.

Historicamente foram cometidos muitos crimes contra a liberdade de imprensa, principalmente durante a Ditadura Militar no Brasil.

A data foi criada para alertar sobre as impunidades cometidas contra centenas de jornalistas que são torturados ou assassinados como consequência de perseguições por informações apuradas e publicadas por estes profissionais.

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Comemora-se no dia 3 de maio o Dia Nacional do Taquígrafo. Esta data foi escolhida pela classe, reunida soberanamente em congresso – o 1° Congresso Brasileiro de Taquigrafia, realizado em 1951, em São Paulo, e promovido pelo Centro dos Taquígrafos de São Paulo – para comemorar o Dia do Taquígrafo, iniciativa do gaúcho Adoar Abech.

A data foi escolhida porque foi exatamente no dia 3 de maio de 1823 que foi instituída oficialmente a taquigrafia parlamentar no Brasil, para funcionar na primeira Assembleia Constituinte. A introdução da taquigrafia no parlamento brasileiro deve-se a José Bonifácio de Andrada e Silva.

Esse tipo de escrita, desenvolvida para ser tão rápida quanto a fala, usa símbolos especiais para registrar diálogos. Como o segredo é anotar tudo rápido, os sinais da taquigrafia não são baseados em letras, mas em fonemas.

Já que cada língua tem fonemas diferentes, cada idioma precisa desenvolver um tipo diferente de taquigrafia. No Brasil, o método mais comum foi criado em 1926 pelo estudante de medicina Oscar Leite Alves, que usou formas geométricas para representar fonemas – todos os sinais gráficos criados por ele são bem mais simples do que as letras a que estamos habituados.

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Dia 3 de maio, celebra-se o Dia do Parlamento. A data comemorativa foi instituída por meio da Lei Federal 6.230, de 27 de julho de 1975, fruto de um projeto apresentado pelo então deputado Antônio Bresolin (MDB/RS) dois anos antes, em alusão ao dia 3 de maio de 1823, quando foi instalada a primeira Assembleia Constituinte, marcando a criação do Poder Legislativo no Brasil.

À época, o objetivo do parlamentar gaúcho era marcar os 150 anos do início das atividades legislativas no país. “Nada mais representa tanto, coisa alguma engrandece mais uma nação do que a plenitude de um Poder Legislativo livre”, escreveu Bresolin, na justificativa do projeto.

O objetivo inicial do deputado era, com a proposta, criar o Dia do Legislador. Para isso, anualmente, em 3 de maio, o Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado), as assembleias legislativas e câmaras municipais deveriam realizar sessões solenes para marcar a data. Mas uma emenda substitutiva do deputado José Carlos da Fonseca (Arena/ES) retirou do projeto a obrigatoriedade das sessões e transformou a data em Dia do Parlamento. Aprovada em Plenário, ela foi promulgada pelo presidente do Congresso Nacional, Magalhães Pinto.

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