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Hélio David Bordin: O Arquiteto de Seis Décadas na Construção de Foz do Iguaçu, Honrado como Cidadão Emérito

Hélio David Bordin: O Arquiteto de Seis Décadas na Construção de Foz do Iguaçu, Honrado como Cidadão Emérito

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Introdução: A Honraria que Coroa uma Vida de Dedicação


Na manhã de 15 de agosto de 2025, a Câmara Municipal de Foz do Iguaçu foi palco de uma solenidade marcante. O empresário Hélio David Bordin, aos 92 anos, foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário.

Esta é a mais alta honraria concedida pela cidade. É um reconhecimento solene a uma vida dedicada ao progresso de Foz do Iguaçu. A homenagem foi proposta pelo vereador e presidente da Casa, Paulo Debrito (PL).


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A cerimônia contou com a presença de autoridades, familiares e amigos. O ambiente foi abrilhantado por músicas típicas da cultura italiana e ítalo-brasileira, interpretadas por Luanna Costa e Ademir Miranda.

Hélio David Bordin não é apenas um empresário. Ele é uma das figuras mais emblemáticas da história recente de Foz do Iguaçu. Sua trajetória se confunde com o próprio desenvolvimento do município.

Ele viu a cidade crescer de "pequena e com pouco movimento no comércio" para o boom pós-Itaipu. Bordin "vivenciou e acompanhou esse crescimento desde aquela época", conforme suas próprias palavras.



A entrega desta honraria a um homem de 92 anos, após seis décadas de contribuição, sublinha um impacto profundo e duradouro. Não se trata de uma distinção por um evento isolado, mas por uma vida inteira de dedicação. Isso denota um respeito e apreciação enraizados na comunidade.

A Secretária Municipal de Obras, Thais Escobar, expressou essa percepção. Ela afirmou que, ao receber o título, Hélio Bordin "passa a ter o que já conquistou há muito tempo, o reconhecimento". Essa declaração formaliza um status que ele já havia conquistado.



Este título não é apenas um símbolo. É a validação de um legado multifacetado que abrange o empreendedorismo, a filantropia, a educação e a segurança pública. A narrativa a seguir detalhará a notável jornada de Hélio David Bordin.

Ela revelará como suas ações e visão moldaram Foz do Iguaçu ao longo de seis décadas. Ele se transformou de um recém-chegado em um verdadeiro pilar da comunidade.



As Raízes de um Pioneiro: De Casca ao Destino Iguaçuense

Hélio David Bordin, o primogênito dos sete filhos de Antonio e Pierina Bordin, nasceu em 25 de maio de 1933, em Casca, Rio Grande do Sul. Sua formação inicial incluiu um período de estudos no internato Marista Champagnat, em Guaporé, entre 1945 e 1949. Isso sugere uma educação sólida desde cedo.

Ainda jovem, Hélio serviu no Exército Brasileiro em Curitiba. Foi na capital paranaense que sua vida tomou um rumo pessoal significativo: nos salões do antigo Oeste Paraná Clube, ele conheceu Yolanda Rios Velloso, sua futura esposa.


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Em 1954, Hélio chegou a Foz do Iguaçu pela primeira vez. No entanto, o casal Bordin mudou-se para Palotina, no oeste do Paraná, onde viveram de 1956 a 1965.

Este período foi crucial para sua formação como empreendedor e líder comunitário. Em Palotina, Hélio trabalhou para a Colonizadora Pinho e Terra. Sua função o colocou na linha de frente do desenvolvimento regional, "abrindo picada, auxiliando a prefeitura e assentando as famílias que para lá mudaram".

Essa experiência prática em colonização e infraestrutura seria inestimável. Foi também durante essa fase que nasceram seus filhos: Paulo Roberto, Sonia Maria e Carlos Alberto.



A experiência de Hélio Bordin em Palotina foi mais do que um emprego. Foi um período formativo que aprimorou suas habilidades em desenvolvimento de infraestrutura, organização comunitária e compreensão das necessidades de uma região de fronteira em rápido crescimento. Essa vivência direta no pioneirismo provavelmente incutiu nele a visão e a resiliência necessárias.

Em 1965, no auge de sua juventude e com uma década de experiência, Hélio Bordin retornou a Foz do Iguaçu. Desta vez, seu objetivo era claro e ambicioso: fundar a concessionária que se tornaria um marco regional, a Paraguaçu Automóveis.

Esse histórico sugere que suas contribuições multifacetadas para Foz do Iguaçu estavam enraizadas em uma compreensão profunda do que é necessário para construir uma cidade. Ele não era apenas um empresário, mas um "construtor" no sentido mais amplo.



Paraguaçu Automóveis: O Motor do Desenvolvimento Econômico Local

Em 1965, Hélio David Bordin concretizou sua visão ao fundar a Paraguaçu Automóveis LTDA. A revendedora Volkswagen rapidamente se estabeleceu como uma "referência regional" em Foz do Iguaçu.

A Paraguaçu não foi apenas uma concessionária; ela detém o prestígio de ter sido a primeira do gênero na cidade. Isso marcou um ponto crucial no desenvolvimento comercial e na modernização do transporte no município.

Imagens históricas da "Primeira loja, 1965" e da "Segunda loja, Avenida Brasil década de 70" ilustram a expansão física da Paraguaçu. Isso reflete o crescimento do negócio e a crescente demanda por veículos na cidade.

Sua atuação em diversos ramos comerciais, com a Paraguaçu como carro-chefe, contribuiu significativamente para o crescimento econômico de Foz do Iguaçu. A empresa gerou postos de trabalho e impulsionou a economia local em um período de intensa transformação.

A influência de Hélio Bordin estendeu-se para além das fronteiras de Foz. Ele participou ativamente da ASSOBRAV (Associação Brasileira de Revendedores Volkswagen do Brasil) desde sua fundação em 1972 até 1988. Ele ocupou diversos cargos voluntariamente.

Essa atuação demonstra seu compromisso não apenas com seu próprio negócio, mas com o desenvolvimento, a ética e a representatividade do setor automotivo em nível nacional. Isso solidificou sua reputação como um líder da indústria.

A fundação da Paraguaçu Automóveis em 1965, antes do anúncio da construção da Usina de Itaipu nos anos 1970, revela uma notável capacidade de antecipação e visão empreendedora de Hélio Bordin. Ele percebeu o potencial latente de Foz do Iguaçu quando a cidade ainda era "pequena e com pouco movimento no comércio".

Ao estabelecer seu empreendimento antes do período de crescimento mais significativo impulsionado por Itaipu, ele posicionou seu negócio para não apenas se beneficiar, mas também para contribuir ativamente para a explosão populacional e econômica que se seguiria. Ele não estava apenas reagindo ao crescimento, mas foi um catalisador inicial.

O sucesso da Paraguaçu Automóveis, estrategicamente estabelecida antes da explosão demográfica e econômica, provavelmente desempenhou um papel crucial. Forneceu serviços de transporte e gerou empregos durante um período de urbanização acelerada. Isso tornou a empresa de Bordin um componente crítico da modernização e diversificação econômica de Foz.


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Engajamento Cívico e Social: Pilares da Comunidade

Hélio David Bordin foi um "lutador incansável em prol do desenvolvimento empresarial". Sua dedicação à Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) é uma prova disso.

Ele atuou como conselheiro por impressionantes seis gestões, abrangendo o período de 1974 a 1998. Sua presença contínua por quase um quarto de século na diretoria da ACIFI demonstra um compromisso profundo e duradouro com o fortalecimento do comércio e da indústria local.

Em 1975, Hélio Bordin foi o fundador e o primeiro presidente do Lions Clube Itaipu. Este clube de serviço, que recentemente completou 50 anos de atividades, é um testemunho da sua visão em criar estruturas de apoio social e comunitário.

Sua liderança inicial foi fundamental para estabelecer a base de uma organização que, por meio século, tem contribuído ativamente para a comunidade. Isso consolidou sua reputação como um líder filantrópico.

A atuação de Hélio Bordin no Lions Clube Itaipu incluiu uma participação ativa na criação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Foz do Iguaçu. Este envolvimento ressalta sua sensibilidade e compromisso com as causas sociais mais vulneráveis.

Ele ajudou a estabelecer uma instituição vital para o suporte a pessoas com deficiência e suas famílias. Isso demonstra que seu olhar para o desenvolvimento ia além do econômico.

O engajamento de Hélio Bordin em ambas as esferas, econômica e social, de forma duradoura, revela que sua visão para Foz do Iguaçu transcendia a mera prosperidade comercial. Ele compreendia que uma cidade próspera exige uma infraestrutura social robusta e sistemas de apoio.

Seu envolvimento consistente em organizações empresariais e filantrópicas demonstra um compromisso holístico com o "bem comum", como destacou a Secretária Thais Escobar. Bordin exemplifica o líder cívico ideal que utiliza o sucesso empresarial e a influência para o benefício social mais amplo.

A tabela a seguir sumariza as principais atuações cívicas e sociais de Hélio David Bordin, destacando a amplitude e a profundidade de seu compromisso com Foz do Iguaçu:

Entidade/InstituiçãoPapel/FunçãoPeríodo de AtuaçãoObservações/Impacto Chave
ACIFI (Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu)Conselheiro1974-1998Atuou por 6 gestões, "lutador incansável em prol do desenvolvimento empresarial"
Lions Clube ItaipuFundador e 1º Presidente, Sócio Benemérito1975-presente (50 anos)Completou 50 anos de atividades
APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Foz do IguaçuColaborador na CriaçãoPeríodo não especificado, associado à fundação do Lions Clube ItaipuParticipação ativa na criação
Fundação Educacional de Foz do Iguaçu (FUNEFI)1º PresidenteDesde 1977, fundação em 1979Deu origem à FACISA, que depois originou a Unioeste
Casa D'ItáliaFundadorInícios dos anos 90Fundada para difundir a cultura italiana (extinta)
Conselho Comunitário de Segurança de Foz do Iguaçu (antigo)Cofundador e IntegranteDécada de 90Liderou a luta pela penitenciária estadual, um dos primeiros do PR
ASSOBRAV (Associação Brasileira de Revendedores Volkswagen do Brasil)Participante Ativo, ocupou vários cargos voluntariamente1972-1988Compromisso com o desenvolvimento do setor automotivo nacional
Clube Filatélico de Foz do IguaçuFundadorMês da homenagem (Agosto) completou 48 anosFilatelista reconhecido no Brasil inteiro


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Visão e Liderança na Educação e Segurança Pública

A "incansável luta" de Hélio Bordin pela educação em Foz do Iguaçu é um dos seus legados mais transformadores. Desde 1977, ele trabalhou para que a primeira faculdade da cidade fosse aberta.

Esse feito se concretizou em 1979 com a criação da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (FACISA). Bordin foi o primeiro presidente da Fundação Educacional de Foz do Iguaçu (FUNEFI).

Essa entidade deu origem à FACISA e, posteriormente, à Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Sua liderança foi crucial para estabelecer as bases do ensino superior na região.

Além da educação, Hélio Bordin demonstrou um forte compromisso com a segurança pública. Na década de 90, ele, juntamente com Arnaldo Bortoli e Abdo Said Rahal, liderou a luta para a construção da penitenciária estadual.

Sua atuação foi fundamental como cofundador do antigo Conselho Comunitário de Segurança de Foz do Iguaçu. Este foi um dos primeiros criados no estado do Paraná.

Este envolvimento reflete sua preocupação com a ordem social, a justiça e a infraestrutura necessária para garantir a segurança dos cidadãos em uma cidade em crescimento acelerado.

O foco de Bordin na educação e segurança pública representou uma resposta estratégica e proativa aos desafios e oportunidades do crescimento explosivo de Foz do Iguaçu. A cidade experimentou um aumento populacional massivo devido à Usina de Itaipu.

Essa urbanização rápida impôs demandas significativas sobre os serviços públicos e as estruturas sociais. À medida que a cidade inchava com novos residentes, a necessidade de uma força de trabalho qualificada, desenvolvimento intelectual, estabilidade social e ordem pública tornou-se primordial.

As iniciativas de Bordin abordaram diretamente essas necessidades críticas. Ele forneceu instituições fundamentais que apoiaram a população em crescimento e a atividade econômica. Isso garantiu que o progresso fosse acompanhado de estrutura.


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O Impacto da Itaipu e o Crescimento de Foz: Uma Testemunha Ativa

Hélio Bordin chegou a Foz do Iguaçu em 1954 e estabeleceu sua concessionária em 1965, antes do anúncio da construção da Usina de Itaipu. Ele próprio relembrou a transformação com clareza: "naquela época a cidade era pequena e tinha pouco movimento no comércio, mas depois da Itaipu a cidade começou a aumentar. E eu vivenciei e acompanhei esse crescimento desde aquela época".

Sua perspectiva é a de um observador e participante privilegiado da evolução da cidade. A construção da maior hidrelétrica do mundo transformou Foz do Iguaçu. De uma pacata cidade de cerca de 30 mil habitantes no início da década de 1970, ela se tornou a 7ª mais populosa em 2010, com 256.088 habitantes.

Foz também se tornou a 7ª maior economia do estado em 2011. Essa "chegada" da binacional atraiu milhares de trabalhadores de todo o Brasil. Isso exigiu uma rápida e profunda mudança na infraestrutura urbana, incluindo a construção de novas habitações (Vila A, Vila C) e o desenvolvimento de estradas (Avenida Tancredo Neves).

A vida e os empreendimentos de Hélio Bordin não apenas coincidiram com este período de crescimento sem precedentes, mas foram parte integrante e ativa dele. Sua concessionária forneceu os veículos essenciais para uma cidade em expansão e mobilidade crescente.

Suas iniciativas em educação e segurança ajudaram a estruturar a sociedade que se formava rapidamente. Ele não foi apenas uma testemunha passiva, mas um agente ativo na moldagem da Foz do Iguaçu moderna.

A chegada precoce de Bordin a Foz e o estabelecimento de um negócio fundamental o posicionaram perfeitamente para se beneficiar e moldar ativamente o imenso crescimento impulsionado por Itaipu. Suas subsequentes atuações cívicas não foram ações aleatórias, mas respostas estratégicas às necessidades de uma cidade em rápida urbanização.

Ele forneceu a infraestrutura comercial, as redes de segurança social, as oportunidades educacionais e as iniciativas de ordem pública essenciais para uma cidade que passava por uma transformação tão dramática. Isso demonstra um estilo de liderança proativo e adaptável.

Essa sinergia entre a trajetória de Bordin e o crescimento de Foz estabelece uma poderosa narrativa de desenvolvimento simbiótico. O espírito empreendedor e a dedicação cívica de Bordin estavam profundamente entrelaçados com a jornada de Foz de uma pequena cidade a um grande centro urbano.


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Legado Cultural e Pessoal: Além dos Negócios

Descendente de italianos, Hélio David Bordin não deixou de lado suas origens. Nos inícios dos anos 90, ele fundou a extinta Casa D'Itália.

Ele foi impulsionado pelo desejo de difundir a cultura e a herança italiana na cidade. Embora as razões para a extinção da Casa D'Itália não sejam detalhadas nas informações disponíveis , sua fundação demonstra o apreço de Bordin pela diversidade cultural.

Um aspecto menos conhecido, mas igualmente revelador da personalidade de Hélio Bordin, é sua paixão pela filatelia. Reconhecido em todo o Brasil como filatelista, ele iniciou sua coleção aos 14 anos.

Essa paixão o levou a fundar o Clube Filatélico de Foz do Iguaçu, que no mês da homenagem completou 48 anos. Essa faceta de sua vida revela um homem com interesses intelectuais e culturais que transcendem o mundo dos negócios e do serviço comunitário.

Atualmente, Hélio Bordin divide sua residência entre Foz do Iguaçu e Curitiba. Ele mantém uma conexão com as duas cidades que marcaram profundamente sua trajetória.

Sua história, conforme a Rádio Cultura Foz, foi parcialmente cedida por familiares. Isso sublinha a importância de seu legado para a Família Bordin e para a própria cidade, que o considera um de seus filhos mais ilustres.

A inclusão dessas dimensões pessoais e culturais humaniza Hélio Bordin. Isso o eleva além da imagem de um incansável empresário e líder cívico.

Isso revela um indivíduo multifacetado, com curiosidade intelectual, um compromisso com a preservação cultural e uma conexão profunda com suas raízes. A fundação da Casa D'Itália, mesmo que extinta, evidencia um esforço proativo para fomentar a identidade cultural.

A Cerimônia: Celebração de uma Trajetória

A solenidade de entrega do Título de Cidadão Honorário a Hélio David Bordin ocorreu na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, na sexta-feira, 15 de agosto de 2025. O evento foi conduzido pelo vereador e presidente da Casa, Paulo Debrito, proponente da honraria.

A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, familiares e amigos, criando um ambiente de celebração e profundo reconhecimento.

Em seus discursos, as autoridades presentes ressaltaram a magnitude das contribuições de Bordin. Paulo Debrito enfatizou o simbolismo da entrega, afirmando ter "a honra de indicar a mais nobre honraria dessa cidade a um gaúcho que construiu aqui sua história como empresário há 60 anos acreditando nessa terra".

Em um momento de emoção e gratidão, Hélio Bordin expressou seu agradecimento. Ele relembrou a jornada de Foz do Iguaçu: "Quero agradecer essa homenagem que estou recebendo agora, naquela época a cidade era pequena e tinha pouco movimento no comércio, mas depois da Itaipu a cidade começou a aumentar. E eu vivenciei e acompanhei esse crescimento desde aquela época".

Representando o poder Executivo, a Secretária Municipal de Obras, Thais Escobar, reforçou a magnitude das contribuições de Bordin. Ela declarou: "O senhor Hélio vem contribuindo de forma incansável para a nossa cidade em diversas áreas, sempre pautado no compromisso do bem comum. Hoje, ao receber o título, ele passa a ter o que já conquistou há muito tempo, o reconhecimento".

Além do presidente da Câmara, participaram da cerimônia os vereadores Márcia Bachixte (MDB) e Cabo Cassol (PL); o vice-prefeito Ricardinho (PSD); e a secretária municipal de Obras, Thais Escobar. A presença de representantes de diferentes esferas e partidos políticos sublinha o consenso e o respeito generalizado em torno da figura de Hélio Bordin.

A abertura da sessão solene foi abrilhantada por músicas típicas da cultura italiana e ítalo-brasileira, interpretadas pelos músicos Luanna Costa e Ademir Miranda. Este detalhe não apenas adicionou um elemento cultural à cerimônia, mas também fez uma sutil e respeitosa homenagem às raízes italianas de Hélio Bordin.

A ampla participação bipartidária e a natureza dos elogios proferidos durante a cerimônia vão além das platitudes protocolares. Isso sugere uma apreciação profunda e genuína. A solenidade serviu como uma validação pública e a consolidação do legado de Hélio Bordin.

Este evento não é apenas uma cerimônia de premiação; é um momento histórico em que a cidade abraça e consagra formalmente um de seus principais arquitetos. Reforça a ideia de que a verdadeira liderança cívica conquista respeito duradouro e se torna parte da memória coletiva e da identidade da cidade.


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Conclusão: O Reconhecimento de um Cidadão Honorário

A homenagem a Hélio David Bordin como Cidadão Honorário de Foz do Iguaçu é muito mais do que um título. É o reconhecimento formal de uma vida inteira dedicada à construção e ao desenvolvimento de uma cidade.

Desde sua chegada em 1954, passando pela fundação da Paraguaçu Automóveis em 1965, sua incansável atuação em entidades como ACIFI, Lions Clube Itaipu e APAE, e sua visão pioneira na criação da primeira faculdade (FACISA/Unioeste) e no conselho de segurança, Bordin deixou marcas indeléveis em cada pilar da comunidade iguaçuense.

Sua trajetória é um testemunho de como a dedicação individual pode moldar o destino coletivo. Como bem expressou a Secretária Thais Escobar, ao receber o título, Hélio Bordin "passa a ter o que já conquistou há muito tempo, o reconhecimento".

Sua trajetória é um espelho do crescimento de Foz do Iguaçu. Ele viu a cidade transformar-se de um pequeno povoado em uma metrópole vibrante, e para a qual ele contribuiu ativamente em todas as fases. Ele encarna o espírito de pioneirismo, resiliência e compromisso cívico que define os verdadeiros arquitetos de uma comunidade.

A história de Hélio David Bordin serve como uma inspiração poderosa para as futuras gerações. Sua jornada de 60 anos de contribuição ativa para Foz , abrangendo setores tão diversos e fundamentais como negócios, bem-estar social, educação, preservação cultural e segurança pública, e sua chegada antes do grande boom de Itaipu, revelam uma figura que transcende a simples biografia.

Ele se torna um arquétipo do "construtor de cidades", um pioneiro que não apenas participa do crescimento, mas engenha ativamente suas diversas facetas. Ele representa o tipo de indivíduo cuja motivação pessoal, visão e perspicácia se entrelaçam de forma indissociável com o destino coletivo e o desenvolvimento de um lugar.

Seu legado não reside apenas nas instituições que ajudou a fundar ou nos empregos que gerou, mas na própria fibra de Foz do Iguaçu. A cidade se beneficiou imensamente de sua dedicação e crença inabalável em seu potencial.

A homenagem é, portanto, um tributo não apenas a um homem, mas aos valores de trabalho, visão e serviço que ele personifica. Isso garante que sua contribuição seja lembrada e celebrada por muitos anos vindouros.



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