
Reflexão 01 Janeiro 2024
Reflexão Diária - 01 de Janeiro de 2024


"É preciso viver, não apenas existir." (Plutarco, biógrafo e magistrado - 46 a.C./120 a.C.)
Quem foi Plutarco?
Plutarco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nascimento: 46 a.C. - Queroneia, Beócia
Morte: 120 a.C. (74 anos) - Delfos, Fócia
Nacionalidade: Romano (etnia grega)
Ocupação: Biógrafo, magistrado
Plutarco (em grego clássico: Πλούταρχος; romaniz.:Ploútarkhos, AFI: [plŭːtarkʰos]) ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus[nota 1] (em grego, Λούκιος Μέστριος Πλούταρχος), ca. Queroneia, 46 d.C. – Delfos, 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália.
Vida
De fato pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus).
Além disso estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67.[4]
Após concluir sua educação, visitou o Egito. A "sabedoria dos egípcios" sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega.
O evento mais importante de sua vida, é sem dúvida quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu um pouco de latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália.
Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A vida de Oto.
Plutarco morreu entre os anos 119 e 120 em Delfos. Há uma reconstituição da biografia de Plutarco a partir de seus escritos na Introdução do volume: Plutarco. "Da Malícia de Heródoto" (edição bilíngue). Estudo, tradução e notas de Maria Aparecida de Oliveira Silva. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2013.
Trabalho como magistrado e embaixador
De fato, além de suas funções como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente, apenas um projecto anual que, provavelmente, serviu mais de uma vez. Ele ocupou-se com todos os pequenos assuntos da cidade e realizava até as mais humildes tarefas.
Vidas Paralelas
Ver artigo principal: Vidas Paralelas
Por conseguinte os primeiros trabalhos biográficos escritos por Plutarco eram as vidas dos imperadores romanos, de Augusto a Vitélio. Destas, restaram apenas as Vidas de Galba e Otão. Das obras A Vida de Tibério e A Vida de Nero existem apenas fragmentos, fornecidos por Damáscio (A Vida de Tibério, cf. em sua obra Vida de Isidoro) e pelo próprio Plutarco (Vida de Nero, cf. Galba 2.1), respectivamente. Estas primeiras biografias dos imperadores foram provavelmente publicadas sob a Dinastia dos Flávios, ou durante o reinado de Nerva (r. 96–98).
Filosofia
Provável busto de Plutarco, no Museu Arqueológico de Delfos
Com efeito Plutarco era um platônico, mas também era aberto à influência dos Peripatéticos, tendendo em alguns detalhes até mesmo ao Estoicismo, apesar de sua polêmica contra os seus princípios.
De tal forma que ele rejeitou em absoluto somente o Epicurismo. Interessado em questões morais e religiosas, atribuiu pouca importância às questões teóricas e duvidou da possibilidade de algum dia estas questões serem resolvidas.
Dessa maneira em oposição ao materialismo estóico e ao "ateísmo" epicurista, alimentou a ideia de Deus que estava mais de acordo com Platão e adotou um segundo princípio (díade), a fim de explicar o mundo fenomenal.
Como resultado no entanto, ele buscou esse princípio não em uma matéria indeterminada, mas na maligna alma do mundo, que desde o início está ligada à matéria, mas no momento da criação era cheia de razão e fora arranjada por ela; assim, a alma do mundo foi transformada em alma divina do mundo, mas continuou a funcionar como a fonte de todo mal.
Reflexão 01 Janeiro 2024
Marco Antonio para a Foz em Destaque.
