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Reflexão Diária: 14 de Setembro

Pensamento ou Reflexão do dia 14 de Setembro 23

“A melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros”

Confúcio

Confúcio (551- 479 a.C.) foi um filósofo chinês, cujas ideias serviram de norma de comportamento à sociedade chinesa durante mais de dois mil anos e exerceu grande influência sobre toda a cultura da Ásia Oriental.

Confúcio ou K’ung Fu-tsu nasceu no Estado feudal de Lu (atual província de Shantung), na China, no ano de 551 a.C. Sua família era descendente dos Shag – a segunda dinastia da China antiga – mas viviam sem recursos.

Órfão aos três anos de idade cresceu em um ambiente de pobreza o que não lhe permitiu ter mestres regulares durante a infância. Demonstrou desde cedo um espírito profundamente religioso e aprendeu sozinho, as letras, a arte dos arqueiros e a música.

Com 19 anos, Confúcio casou-se e logo depois foi nomeado para um cargo administrativo de seu Estado, destacando-se pelo zelo e eficiência que desempenhou a função.

A ideia política de Confúcio

A ideia política de Confúcio era extremamente conservadora e preconizava uma volta às instituições dos primeiros tempos da dinastia Chou em que a organização familiar se confundia com a estatal.

Insistia que o governante deveria esforçar-se para que o povo vivesse em paz e prosperidade. Se não conseguisse isso, deveria ser substituído ainda que fosse pelo uso da força.

A Ética de Confúcio

Baseados na ética, seus ensinamentos previam normas de conduta, como o esforço constante para cultivar a própria pessoa e estabelecer a harmonia social.

Confúcio pregava a existência de cinco virtudes:

  • Jen – a humanidade, bondade, compreensão e o amor pelos outros,
  • Yi – a justiça temperada pelo amor,
  • Li – regras adequadas de conduta, de polidez e de cerimoniais,
  • Chih – autoconsciência da vontade do céu, sabedoria,
  • Ch’i – sinceridade desinteressada.

A religião

O “Confucionismo” – doutrina filosófica de Confúcio não chegou a ser uma religião no sentido ocidental do termo, por várias razões:

  • Primeiro porque não tem Deus: venera os ancestrais e reconhece a superioridade dos sábios.
  • Segundo, porque não tem templos: cada lar é o templo onde se honram os antepassados da família. (Só depois é que se iniciou a construção dos templos locais, mas sem o sentido do lugar destinado à veneração de um supremo).
  • Terceiro, porque não tem sacerdotes: o chefe da família é automaticamente o sacerdote da família.
  • Quarto, porque desconhece qualquer dogma ou livro santo: “Pode um só livro conter toda a sabedoria do mundo?” indagava Confúcio.

Nascimento: Qufu, Jining, China

Falecimento: Lu

Reflexão 14 de Setembro 23 – Foz em Destaque

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