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Reflexão Diária 12-30

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“Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira.” 

(Cecília Meireles)

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (7 de novembro de 1901 - 9 de novembro de 1964) foi uma escritora e educadora brasileira, conhecida principalmente como poetisa. Ela é um nome canônico do Modernismo brasileiro, uma das grandes poetisas da língua portuguesa, e é amplamente considerada a melhor poetisa do Brasil, embora tenha combatido a palavra poetisa por causa da discriminação de gênero.[1]

Ela viajou pelas Américas na década de 1940, visitando os Estados Unidos, México, Argentina, Uruguai e Chile. No verão de 1940, ela deu palestras na Universidade do Texas, Austin. Ela escreveu dois poemas sobre seu tempo na capital do Texas e um longo (800 versos) poema muito socialmente consciente "EUA 1940", que foi publicado postumamente. Como jornalista, suas colunas (crônicas) concentravam-se mais na educação, mas também em suas viagens ao exterior no hemisfério ocidental, Portugal, outras partes da Europa, Israel e Índia (onde recebeu um doutorado honorário).

Como poetisa, seu estilo era principalmente neo simbolista e seus temas incluíam o tempo efêmero e a vida contemplativa. Ainda que não se preocupasse com a cor local, o vernáculo nativo ou experimentos de sintaxe (popular), é considerada uma das mais importantes poetisas da segunda fase do Modernismo brasileiro, marcada pelo vanguardismo nacionalista. Como professora, ela fez muito para promover reformas educacionais e defendeu a construção de bibliotecas infantis. Entre 1935 e 1938 lecionou na efêmera universidade distrital do Rio.

Nascimento: 7 de novembro de 1901, Rio Comprido, Rio de Janeiro

Falecimento: 9 de novembro de 1964, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Foz em Destaque - 30 de Dezembro

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