
Pensamento ou Reflexão do dia 31 de Maio 23

"O orgulho é a fonte de todas as fraquezas, porque é a fonte de todos os vícios."
Santo Agostinho
Biografia de Santo Agostinho
Santo Agostinho (354-430) foi um filósofo, escritor, bispo e importante teólogo cristão do norte da África durante a dominação romana. Suas concepções sobre as relações entre a fé e a razão, entre a Igreja e o Estado dominaram toda a Idade Média.
Santo Agostinho foi o primeiro filósofo a refletir sobre o sentido da história, mas tornou-se acima de tudo o arquiteto do projeto intelectual da Igreja Católica.
Santo Agostinho, conhecido também como Agostinho de Hipona, nasceu em Tagaste, na cidade da Numídia (hoje Argélia), no norte da África, região dominada pelo Império Romano, no dia 13 de novembro de 354.
Sua infância e adolescência transcorreram principalmente em sua cidade natal em um ambiente limitado por um povoado perdido entre montanhas. Seu pai era pagão, e sua mãe uma cristã devota que exerceu grande influência sobre a conversão do filho.
Estudo e religião
Santo Agostinho iniciou seus estudos em Tagaste, em seguida, foi para Madaura, onde iniciou os estudos de retórica. Lia e decorava trechos de poetas e prosadores latinos, entre eles Virgílio e Terêncio. Estudou música, física, matemática e filosofia.
Em 371, transferiu-se para Cartago, a maior cidade do Ocidente latino depois de Roma, um grande centro do paganismo, onde se deixou cativar pelo esplendor das cerimônias em honra dos milenares desuses protetores do império.
Em 373 nasceu Adeodato, filho de seu romance com uma cartaginense. Dedicou-se ao estudo das Escrituras, mas logo ficou desiludido diante do estilo simples da Bíblia. Depois de três anos termina o estudo superior em retórica e eloquência.
De volta a sua cidade natal, abre uma escola particular onde ensina gramática e retórica. Em 374 foi para Cartago e mais uma vez dedica-se ao ensino da retórica. Em 383 seguiu para Roma e no ano seguinte é nomeado mestre de eloquência em Milão.
A inquietude era um tema permanente em sua vida. O despertar de seu espírito crítico o levou a adotar o “maniqueísmo”, pretendendo seguir a força única da razão.
Durante doze anos foi seguidor de Mani, profeta persa que pregava uma doutrina na qual se misturavam Evangelho, ocultismo e astrologia. Segundo Mani, o bem e o mal constituíam princípios opostos e eternos, presentes em todas as coisas. O homem não era culpado por seus pecados, pois já trazia o mal dentro de si.
Reflexão 31 de Maio 23 - Foz em Destaque
